abril 2012 - La Gracia

O que dizem as letras?

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Escrito por David Pacheco, designer gráfico e estratégico, ex-coordenador na La Gracia, antes de sair para conhecer o mundo.

Recentemente descobri que era um tanto preconceituoso. Olhei para os trabalhos que desenvolvi e percebi que, até então, nunca havia utilizado fontes padrões do Windows. Talvez, ao ler isso, algumas pessoas devam afirmar: “Lógico, eu também não!” enquanto outros podem se perguntar: “Como assim fontes padrões do Windows, existem mais fontes que eu posso usar?”. Se você está no segundo grupo, uma breve explicação: fontes padrão do Windows são aquelas disponíveis “de fábrica”, ou seja, aquelas que já estão disponíveis para uso em qualquer software que permita edição de textos a partir do momento em que você começa a usar o seu computador.

Pois é, quando entrei para o mercado de apresentações me deparei com a limitação de, na maioria dos casos, ter que usar estas fontes. Para que possa entender um pouco melhor o porquê dela, irei explicar: Você precisa enviar uma apresentação PPT para o presidente da empresa. Vai pedir para que ele instale as lindas fontes que você utilizou (e ensinar como se faz isso em alguns dos casos) e correr o risco de algo dar errado? Não seria mais prático ele apenas abrir com a fonte correta? E se essa apresentação for usada por várias pessoas, todas terão que aprender e instalar as fontes em todos os computadores? No mercado de apresentação lidamos diretamente com o tempo, o conteúdo já é uma garimpagem, as imagens já estão tentando valer mais que mil palavras e na maioria dos casos, a última coisa que a diretora do RH que está na plateia quer saber é qual foi a fonte que você utilizou.

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