Gestores extraordinários ou puramente humanos?

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Matéria publicada originalmente no Blog da Robert Half por Luiz Grecov.

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Nos EUA, uma programadora envia um e-mail para seus colegas de trabalho informando que tiraria dois dias de folga para cuidar de sua saúde mental.

Aqui no Brasil, uma funcionária de um hotel envia também um e-mail para sua gerente, pedindo para não trabalhar no período das 21h30 às 23h30 durante nove domingos. O motivo? Ela queria assistir a nova temporada do seriado Game of Thrones. Veja mais

Treinamentos horizontais para tempos horizontais

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Matéria publicada originalmente no Blog da Robert Half por Luiz Grecov.

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Diante de tantas crises, política, financeira e institucional, do ano passado para cá, não foram poucas as empresas – grandes e pequenas – que passaram por situações como demissões, corte de custos, cancelamento de projetos, enxugamento de operações…

Apesar, ou até mesmo por causa disso, o investimento em treinamento e desenvolvimento cresceu.  Um estudo realizado pela ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento)*, com coordenação e análise da Integração Escola de Negócios, aponta crescimento de 24% no valor investido por colaborador.

Mesmo frente a tantos desafios, parece que ninguém quer ficar para trás. Em um cenário como esse, o papel de quem é responsável pela educação corporativa se torna ainda mais estratégico. Sob pressão para alcançar resultados, é essencial ser assertivo na escolha dos treinamentos e garantir que o desenvolvimento profissional realmente aconteça. Veja mais

Ser profissional ou ser humano?

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Ser profissional ou ser humano?

Matéria publicada originalmente no Blog da Robert Half por Luciana Menezes.

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Logo quando entrei na faculdade consegui meu primeiro estágio em uma grande agência de publicidade. Aos poucos, fui me familiarizando com o ambiente e descobri que muita coisa era comum no dia a dia de trabalho, inclusive chorar no banheiro. Era uma equipe cheia de metas, prazos, pressão e, claro, um chefe carrasco. Ninguém falava nada sobre isso e todos tinham que engolir a angústia, que por vezes acabava dando um jeito de sair em uma cabine escondida. Ali – na agência, não na cabine – para dar conta das cobranças e conquistar um lugar que trouxesse um mínimo de segurança, precisávamos ser fortes. De certo, chorar não era lá o melhor jeito de demonstrar isso.

Anos depois, uma amiga, que também trabalhava na área, me chamou para conversar. Tinha tido um dia muito difícil no trabalho e acabou não dando tempo de chegar até o banheiro mais próximo… Chorou na frente de todo o escritório. Depois deste dia, passou a ser reconhecida como “aquela que não tem equilíbrio para lidar com as tarefas diárias” e, cansada de não ter a confiança dos colegas, acabou deixando o emprego. E ainda hoje, lidando diariamente com o universo corporativo, não raro histórias assim se repetem aqui e ali.

Por que é tão errado mostrar que temos sentimentos?

Por que a partir do momento que estamos no trabalho, precisamos assumir uma postura de robôs, e não pessoas?

Essa visão é tão perpetuada que, se jogarmos no Google as palavras “emoções” e “trabalho”, somos bombardeados de artigos que nos ensinam a ter controle de tudo que sentimos e constantemente tratam o ambiente corporativo como “campo de batalha”. Sentimos a pressão por todos os lados e nos vemos obrigados a vestir armaduras e estarmos prontos para a guerra. Isso, aparentemente, é ser profissional. Só que antes (ou mais provavelmente, junto) do “ser profissional” existe outro, mais importante, o ser humano, e esse tem necessidades que precisam ser reconhecidas e atendidas para que possa estar no seu melhor.  Mas se elas não podem ser expostas, como isso é possível?

Em um cenário onde 72% das pessoas (Brasil) estão insatisfeitas com o trabalho*, implicando em problemas como falta de concentração e de foco, produção reduzida e distração, é preciso questionar que tipo de ambiente estamos construindo se queremos cada vez mais que as pessoas sejam autônomas e “vistam a camisa” da empresa, como ouvimos muito por aí.

Mudar não é fácil, ainda mais nesse caso, onde a mudança envolve, inclusive, questões culturais. Afinal, cabe a cada empresa decidir o que ela mais valoriza:

– o profissional frio, que não demonstra emoção, mas tampouco dá abertura para a conexão e o diálogo

OU

– o ser humano que se permite ter emoções e que se relaciona bem com as demais pessoas, engajando-as dentro de uma mesma causa

Ainda que a primeira opção possa dar resultados, tenho dúvidas que isso se sustente no longo prazo.  Entre ser profissional e ser humano, que tal encontrarmos o equilíbrio num ambiente onde as pessoas deem o máximo de si, gerem resultados, mas também se permitam sentir, conectar-se umas às outras e, principalmente, serem felizes?

Esse é a primeira publicação feita a partir de uma parceria da La Gracia com a Robert Half que visa a criação e a disseminação de conteúdos relevantes ligados à comunicação. Gostou do tema? Aproveite para deixar seu comentário.

*Pesquisa da Isma Brasil (International Stress Management Association) realizada em três capitiais (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) com 1.034 profissionais ativos no mercado de trabalho, no final de 2014.

7 erros que não dá mais para cometer em apresentações de trabalho

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Matéria publicada originalmente no site EXAME.com por Claudia Gasparini

São Paulo —  Se você sente que a maioria das apresentações corporativas é desinteressante e cansativa, tem motivo: quem está lá na frente geralmente não entende o que significa fazer uma exposição para uma plateia.

O primeiro mal-entendido, muito disseminado, é ideia de que uma boa apresentação precisa ser longa e detalhada. “A pessoa acredita que tem que fazer muitos slides para mostrar que se esforçou e que o conteúdo é confiável”,  diz Marco Franzolim, diretor da MonkeyBusiness, agência especializada no assunto.

Acontece que quantidade nem sempre é sinônimo de qualidade ou credibilidade. Desde que tenha um bom design e um roteiro criterioso, uma exposição curta e objetiva tem muito mais chances de sucesso. Veja mais

Educação horizontal na prática: conheça a Escola da Ponte

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Imagine uma escola pública que, há 40 anos, abandonou o modelo de ensino tradicional, a divisão de alunos por série, a aula presencial expositiva e hoje é referência em educação horizontal com foco em formar crianças autônomas, responsáveis, criativas e analíticas.

educação horizontal

Uau!

Foi o que senti ao ouvir falar do assunto…

No final de 2016 fiz o curso online da didática da Escola da Ponte, de Portugal. Iniciei o curso cheia de dúvidas: Mas como isso é possível? Dá certo mesmo? Mas não tem sala de aula? Não tem aula expositiva? E as matérias escolares, como são transmitidas?

Pois é. Não tem nada disso e funciona muito bem. Não só funciona como ajuda a salvar alunos-problema vindos de outras escolas.

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