O que faz sentido para 2016?

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Post escrito por Fernanda Bolzan e Priscila Alvim.

Como parte de uma ação para ajudar as pessoas a buscarem mais sentido para suas vidas em 2016, lançamos a campanha “#em2016fazsentido”. Para participar, basta postar no Instagram, Facebook ou Twitter a sua mensagem (foto, vídeo ou texto) sobre o que faz sentido para você. Para inspirar, elaboramos uma lista de 10 atitudes que nós acreditamos que fazem total sentido em 2016, além de algumas dicas de como chegar lá!

1)…praticar a empatia

Posicionamentos extremistas e falta de diálogo já nos levaram à muita violência e sofrimento, não acham? Já passou da hora de realmente respeitarmos o próximo e aceitarmos suas diferenças.

Praticar a empatia ajuda a compreender melhor o comportamento do outro e, consequentemente, respeitá-lo. A empatia leva as pessoas a serem mais tolerantes e aceitar melhor as diferenças, sejam elas de sexo, cor, cultura, idade, posicionamento político ou orientação sexual.  

Uma iniciativa muito legal que surgiu em 2015 foi o Museu da Empatia. O objetivo do museu é promover uma revolução nas relações humanas através do desenvolvimento da empatia. Para os criadores do projeto, empatia é o antídoto perfeito contra preconceito, conflitos sociais e desigualdade. Saiba mais sobre o projeto clicando aqui.

Outra boa pedida é o documentário “Human”. Nele, o cineasta Yann Arthus-Bertrand busca responder à pergunta: “O que nos faz humanos?”. Para chegar à resposta, ele nos traz a história de vida de 2 mil mulheres e homens de 60 países. O filme está disponível no YouTube. Veja mais

Design como ferramenta para criar experiência em comunicação

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Vamos fazer um exercício? Procure lembrar-se daquele restaurante fantástico que você visitou uma única vez, provavelmente em sua última viagem ou para comemorar uma ocasião especial, e que te marcou para sempre. Lembre como cada detalhe, desde os móveis, passando pela iluminação, roupa dos funcionários, cardápio, tudo parecia extremamente pensado e com um propósito: proporcionar uma experiência incrível. Pois bem, não só parecia, tudo ali foi provavelmente pensado e planejado para causar exatamente esse tipo de efeito. É o que se tem chamado de Design de Experiência. Bom, exercício feito, vamos ao real objetivo desse texto.Design presente em nosso dia a dia.

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6 dicas para uma apresentação matadora

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Matéria publicada originalmente na Work Fife por Adriana Fonseca.

Em algum momento da carreira, todo profissional enfrenta o desafio de fazer uma apresentação. Poder ser algo para sua própria equipe, seu chefe, fornecedores, clientes. Independentemente do público-alvo, importante seguir alguns passos para cativar a audiência e vender sua ideia.

Para ajudar você nessa missão, pedimos ajuda para uma consultoria especializada em comunicação corporativa. A La Gracia listou as dicas abaixo. Leia com atenção e crie sua própria apresentação matadora. Veja mais

Painel interativo (será?)

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Nas minhas andanças pelos eventos corporativos, tenho visto com certa frequência o uso do Painel interativo para expor ideias e promover interação “entre os expositores”.

Se você não sabe o que é um painel: é um debate entre dois ou mais convidados sob a coordenação de um moderador, que vai questionando os convidados e conduzindo as respostas de forma ordenada. O público fica somente como expectador, sem direito a intervir ou perguntar.

Para muitas empresas, essa prática parece uma alternativa moderna e interativa, porém, se mal conduzido, o Painel pode deixar o público entediado, com sono e disperso.

Para te ajudar a evitar que isso aconteça com seu evento, resolvi elaborar e compartilhar uma pequena lista de dicas. Aí vai:

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10 táticas para dar uma notícia ruim sem traumatizar ninguém

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Matéria publicada originalmente na Exame.com por Camila Pati.

O bom mensageiro da má notícia

Cortes, demissões, redução de benefícios, encerramento de linhas produtivas. O leque de notícias ruins é amplo e tende a crescer na mesma proporção que o mau humor que, há meses, se instalou no mercado.

Efeito colateral da crise econômica ou não, uma má notícia pede preparação e boas táticas de comunicação para que o caos não se instale, ninguém saia traumatizado da conversa e a motivação da equipe para o trabalho não seja aniquilada.

Como ser um bom mensageiro de uma má notícia? Prepare-se antes e adiante respostas e argumentos para as possíveis reações do(s) interlocutor(es), recomenda a sócia-diretora da La Gracia, Joyce Baena, especialista em comunicação corporativa.

“O maior problema é que as pessoas não se planejam para a comunicação, nem organizam o discurso”, diz. Uma boa comunicação de um fato negativo passa por treinamento, necessário para transmitir as informações com clareza e segurança.

Imagine a reação negativa das pessoas, se o porta-voz está inseguro, tremendo ou se ele diz que também não concorda com a decisão que ele próprio está transmitindo a sua equipe. Equilíbrio entre razão e emoção é a justa medida, segundo a especialista. “É preciso uma frieza racionalizada, mas também não pode deixar de ser emocional. Isso não é fácil”, diz Joyce.

A seguir, confira, 10 dicas para dar uma má notícia no trabalho da melhor forma possível e sem traumatizar ninguém. Veja mais