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10 anos de La Gracia

Joy Baena
@joycebaena

CRIAMOS AMBIENTES E DINÂMICAS PARA INCENTIVAR O DIÁLOGO, A EMPATIA E A COCRIAÇÃO ENTRE PESSOAS.   Desculpa, mas me pediram pra escrever sobre isso e, simplesmente, não consigo fazer um texto curto. Na verdade caberia um livro, mas ia demorar demais… então… pra começar, pensei: porque alguém leria um textão? Qual o sentido pra quem […]

CRIAMOS AMBIENTES E DINÂMICAS PARA INCENTIVAR O DIÁLOGO, A EMPATIA E A COCRIAÇÃO ENTRE PESSOAS.

 

Desculpa, mas me pediram pra escrever sobre isso e, simplesmente, não consigo fazer um texto curto. Na verdade caberia um livro, mas ia demorar demais… então… pra começar, pensei: porque alguém leria um textão?

Qual o sentido pra quem está lendo? 10 anos de empresa? Talvez se eu quisesse ser um empreendedor poderia aprender algo com esse texto? Pode ser um motivo… Talvez porque eu goste da La Gracia? Também pode ser um caminho. Ou ainda porque gosto do tema de comunicação? Enfim.

 


Tentei focar nisso, falar pra quem gosta da gente, pra quem quer empreender um dia e pra quem curte esse lance de comunicação entre as pessoas – que aliás, ainda é muito novo pra muita gente.



Então, vamos lá. Senta que lá vem textão. É uma leitura de, aproximadamente, 10 minutos. Se quiser sair no meio, tá tudo bem. Pra mim, o mais importante é que você faça algo que faz sentido pra você.

Muito obrigada por sua atenção.

Que montar uma empresa não é algo fácil todo mundo sabe. Agora, montar uma empresa sem saber nada sobre “como montar uma empresa”, aí a coisa pega…

Foi assim que no dia 30 de julho de 2009 eu e o Flávio assinamos um contrato pra montar uma empresa juntos. Depois de passar anos fazendo 100 slides por dia e cuidando das palestras e apresentações de novos negócios e planejamento do Grupo Totalcom, rede de agências que trabalhávamos, a gente já tinha na cabeça infinitas maneiras de unir informações em um espaço em branco. Ou seja, fazer o trabalho que a gente sabia…

 

Joyce Baena e Flávio Reis, sócios fundadores, no escritório recém reformado – 2010

 

Mas antes da gente assinar o contrato, aconteceram algumas coisas. Vamos ao contexto:

Em 2005, depois de trabalhar comigo na Totalcom, o Flávio ganhou asas e perambulou por empresas de Design, pela agência interna de uma multinacional farmacêutica e foi cursar cinema. Enquanto isso, eu fiquei ali, de 2001 a 2008, me especializando em apresentações, licitações públicas (essa parte era bem chata), planejamento estratégico, consultoria de marcas e design. 

Foram 7 anos vendo minha filha só aos fins de semana – sim, agência te consome todo o tempo – e de uma úlcera por conta dos prazos insanos e da pressão. Resolvi bater asas também.

Não foi simples não. Tive uma forcinha do meu amigo Cláudio Venâncio, que faço questão de citar aqui. Ele saiu da agência depois de 25 anos na Direção de Mídia, montou um Festival de Comunicação Universitário, me chamou pra montar as apresentações, pra ser jurada e me disse:
– Vem menina, teu talento não cabe em um só lugar. Tem um mundo inteiro aqui fora pra você. 

Acho que acreditar em si mesmo é uma das coisas mais difíceis pra quem deseja empreender. Você tem que acreditar ou então ver a água bater na bunda e não ter alternativas.

Na época eu tinha 33 anos, ganhava pouco, trabalhava muito, não via minha filha nunca, estava 20 quilos acima do peso, triste, deprimida, feia. Comecei a fazer terapia pra arrumar a cabeça porque eu já não suportava as minhas próprias reclamações.

É, acho que pra mim, empreender foi a versão 2: a água bateu na bunda.

Mas apesar da água, não sou louca e resolvi seguir a cartilha da mudança: vamos aos poucos.

Mudar de emprego, carreira, empreender não é decisão fácil, não se faz do dia pra noite. Entre pedir demissão e iniciar a La Gracia foram mais de 6 meses. De um lado, era preciso deixar a agência organizada, preparar um substituto. Por outro, era preciso pisar no novo mercado, ver se era possível sobreviver, se teria clientes suficientes para isso.

A primeira coisa que eu precisava era de alguém pra empreender comigo. Não queria fazer isso sozinha. Liguei pro meu melhor amigo:

– Flávio? Vamos abrir uma empresa de apresentações? Tem mercado, tem clientes, sabemos fazer e só tem um concorrente.

 

Joyce Baena e Flávio Reis no festa de 10 anos da La Gracia – 2019

 

Foram horas de conversa sobre como seria criar uma nova empresa. O Flávio já tinha uma empresa chamada La Gracia focada em design editorial. Mas até então, era algo pequeno, de um homem só. O que significava pensar em uma empresa com funcionários? As únicas certezas que nós tínhamos eram:

  1. Não queríamos trabalhar até tarde ou nos fins de semana e não queríamos que ninguém passasse por isso;
  2. Queríamos criar apresentações valorizando o roteiro, o que era falado, valorizando a compreensão, mais do que estética. Queríamos elevar o status do design e trazer planejamento para as apresentações; 
  3. A gente morria de vergonha de falar em público, então os dois tinham que fazer curso de oratória. Eu era boa em escrever, o Flávio em dar forma visual, mas sem conseguir falar para mais gente, ficávamos limitados;
  4. Teríamos um pró-labore baixo e todo o restante do dinheiro seria reinvestido na empresa;
  5. Só iríamos pegar trabalhos que nos fizessem felizes e que acreditássemos;
  6. Iríamos primar pela excelência na entrega e por isso, precisávamos mostrar aos clientes que prazo era algo importante pra fazer bem feito. Não queríamos fazer como as agências que aceitam prazos insanos. A ideia era trabalhar junto com o cliente;
  7. Não iríamos trabalhar com produtos/ serviços e nem assuntos que iam contra os nossos valores;
  8. Todas as nossas entregas iriam em formato de arquivo aberto para o cliente, para que ele pudesse ter autonomia nas mudanças e não dependesse da gente. Na época, o concorrente mandava slides fechados feitos em jpg. Quando o cliente precisava mudar algo, tinha que pedir pra empresa. A gente queria se libertar para novos trabalhos e dar liberdade para o cliente.

Naquela época, a lista não era tão organizada assim, mas pelo que me lembro, foi o que conversamos e decidimos juntos. O Flávio se empenhou em algumas consultorias no Sebrae e até participou da imersão full time do Empretec, que na época eram 10 dias intensos de transformação e capacitação empreendedora.

Saí da Fischer em dezembro de 2008 e até julho de 2009 o Flávio estava fazendo pós em cinema, mas já pegava uns freelas de apresentação (como um feito para uma agência de publicidade que o fez virar 36h direto montando 100 slides – levou um tempinho pra gente conseguir se libertar desse modelo abusivo mas conseguimos) e eu fiquei em casa estudando o mercado. Nessa época, resolvi reunir tudo o que estava aprendendo sobre o mundo das apresentações em um blog.

 

http://joybaena.blogspot.com/

 

De repente, me vi seguida por 5 mil pessoas, fiquei entre os 100 melhores blogs do Brasil no prêmio TOPBLOG. Isso em 4 meses! Vi que tinha muita gente querendo aprender mais sobre apresentações, então pensei “que tal criar um curso?”.

” – Mas todo mundo faz suas próprias apresentações, quem vai pagar por isso?”

“- Como assim? Que péssima ideia! Você vai ensinar o seu expertise? Vai criar um monte de concorrentes pra você mesma?”

Essas foram as palavras de incentivo que recebi naquela época. Mas mesmo assim, eu tinha dentro de mim que conhecimento a gente precisa compartilhar. Que todas as vezes que você ensina você sobe um degrau. Que sim, algumas pessoas poderiam ultrapassar as minhas escadas, mas sempre me veriam como o início de tudo. Era legítimo pra mim dividir o que eu sabia.

 

Cartaz de divulgação do curso de Design de Apresentação da La Gracia.

 

E foi assim que nasceu o primeiro Curso de Design de Apresentações do Brasil, pela Faculdade Cásper Líbero, de 27 a 31 de julho de 2009. A gente convenceu a Cásper a abrir a turma, porém, as pessoas ainda nem entendiam o que era aprender a fazer uma apresentação. “Design de apresentações? Que é isso?” Então, né, gente, a turma não aconteceu.

Mas quer saber? Dos 6 inscritos, 2 entraram em contato e tive a oportunidade de aplicar o curso, individualmente. Uma aluna veio de Brasília e outra trabalhava na Olympus. Elas adoraram a mentoria que fizemos em cima do projeto delas.

Naquela época, o curso já tinha 5 fases: ROTEIRO, CONCEITO, ARQUITETURA, VISUAL E EXPRESSÃO e era composto por 5 TEXTÕES DE WORD.

 

Turmas realizadas pela La Gracia em formato aberto e In Company.

 

De julho de 2009 a abril de 2010, a La Gracia aconteceu num quartinho de 2m por 3m no meu apartamento, nos predinhos do BNH da Diógenes Ribeiro de Lima 2001.

Foram tempos felizes e tensos. Fazer trabalho para um cliente só é uma coisa, porque você acostuma com o jeito que a pessoa gosta e tal. Ao pegar clientes novos você começa a lidar com o desconhecido. Lembro que a cada novo trabalho ficávamos tensos porque queríamos entregar o melhor. Pegar um cliente novo, ainda mais quando se está começando, é como pisar em ovos: você nunca sabe o que vai surgir.

Um ponto crítico para nós é que, tanto eu quanto o Flávio, somos intensos e perfeccionistas. Isso pode ser bom mas também pode ser ruim. A gente realmente pegava a apresentação como se fossemos nós a apresentar! A gente lutava, se emocionava, se envolvia… enfim, era saudável pro negócio demonstrar tanta emoção e envolvimento para o cliente? Essa dúvida me pegava horrores na época.

Até o dia que fui pro Rio Quente Resorts com o objetivo de fazer a apresentação deles. Junto com o grupo de trabalho, estava a dona de uma empresa que cuidava do branding. Ela entrava no banheiro do resort, conversava e abraçava os funcionários, depois chegava pro cliente e falava o que tinha ouvido e o que precisava mudar. Tudo isso com muita paixão… é como se o Rio Quente fosse dela. E ele amava!

Eu perguntei pra ela:

“- Você sempre trabalha assim? Com tanta emoção envolvida? Os clientes aceitam? Gostam?”

“- Joyce, eu não sei fazer diferente. E sim, eles amam porque sentem que eu realmente estou tratando o trabalho como se fosse meu e por isso, dou o meu melhor.”

Pronto, já perdemos o medo de nos jogar. Pegamos o lencinho e as lágrimas e caímos de coração nos projetos. Choramos, brigamos, rimos, a La Gracia cresceu com os problemas do cliente correndo nas veias. E até hoje, cada trabalho é único e tem que estar dentro de nós

Em abril de 2010 o Flávio pegou umas economias e investiu pra gente reformar nosso escritório. Fomos para o prédio da Rua Heitor Penteado, 1420, onde estamos até hoje. Era gigante! Nessa época a Camila já estava conosco e a gente pegava a cadeira com rodinhas e ficava correndo no espaço. Era inacreditável não bater cadeira um no outro.

 

Sócios da La Gracia: Camila Cristina Laguzzi, Joyce Baena, Flávio Reis e Luiz Grecov.

 

Viramos boutique e por isso, nunca crescemos demais. Isso foi uma decisão unânime entre os sócios. Pra gente sempre fez sentido pegar poucos projetos e fazer do jeito que acreditamos. Para isso, recusamos muitas e muitas apresentações no caminho.

Depois de um tempo, a gente já não era mais chamado na hora de fazer uma apresentação, mas sim, na hora de pensar se eu preciso de uma apresentação.

 

E nosso foco saiu do conteúdo e dos slides e passou a ser, OLHAR PARA A PESSOA.

O leque de soluções que antes abrangia roteiro, design e expressão, ganhou novas dimensões. Passamos a estudar empatia, neurociência, psicologia, inteligência emocional e cognitiva e nos apaixonamos pela arte de ensinar. Fomos estudar metodologias de ensino que priorizassem a troca, a cocriação e a construção de aprendizado tendo o aluno como centro. Deixamos de ensinar para facilitar o conhecimento.

 

Conforme nossos cursos foram crescendo, fomos ficando cada vez melhores na arte da compreensão e da conexão.

Em 2014, conhecemos o Ed Conde que, como parceiro de trabalho, nos ajudou a fortalecer nossas práticas trazendo embasamento e muitas provocações. Nasce então a COMUNICAÇÃO QUE FAZ SENTIDO, nossa metodologia. Tudo começou a se conectar por meio da experimentação e dos aprendizados que aconteciam, tanto na sala de aula quanto com nossos clientes.

 

Ed Conde, consultor especialista em didática, compreensão e sentido.

 

Para nós, ver um aluno entrar tímido e confuso e sair confiante e com as ideias claras e fáceis de entender era incrível. Mas mais interessante ainda, é ver um aluno chegar egoísta, pesado e arrogante e sair humano, leve e brilhante. Isso mexe com nosso coração.

Ao longo de 10 anos, rimos e choramos muito, de alegria, de tristeza, de nervoso e de tantos outros sentimentos que se fizeram presentes nessa história intensa:

  • Na hora de demitir nossa primeira estagiária, eu e o Flávio chegamos a treinar a demissão. É horrível demitir gente, até hoje a gente sofre muito;
  • Quando a Dora Kaufman assinou nosso contrato de fiadora pra gente alugar o escritório mesmo sem nenhuma garantia que aquilo ali daria certo;
  • Na hora que a empresa começou a crescer e a gente teve que contratar gente nova. A gente não tinha ideia do que um atendimento ou profissional financeiro faziam. Depois que contratamos não conseguíamos entender como a gente dava conta de tudo antes;
  • Quando convidamos os novos sócios para entrar: a Camila e o Luiz. Eles se tornaram tão queridos e importantes que só fazia sentido se estivessem realmente juntos de vez. Foi um momento bem importante tomar essa decisão e nos orgulhamos cada dia mais;
  • Quando dispensamos o João, nosso primeiro designer. A gente lembra de estar se debulhando em lágrimas e ele só falava: “Gente, tá tudo bem”;
  • Quando, depois de 4 anos de empresa, precisamos trabalhar até tarde para um projeto especial – estávamos num mês difícil e todos toparam pegar uma apresentação gigante pra fazer – e perguntei pras pessoas: “Há quanto tempo você trabalha aqui? X anos? Quantas vezes teve que ficar até mais tarde? Essa é a primeira vez! E você?”. Percebi que em 4 anos nunca tínhamos trabalhado até tarde. E até hoje, a gente tem conseguido essa proeza;
  • Em 2016, na grande crise econômica brasileira, quando chegamos para as pessoas e dissemos que tínhamos dinheiro pra continuar só por mais 2 meses, foi emocionante ver todos se mobilizarem e se unirem a nós na luta. Conseguimos passar pela crise juntos e ainda fechar o ano zerando o prejuízo acumulado;
  • Quando pegamos o maior projeto da nossa vida, que era ensinar comunicação humanizada para 14 mil pessoas. Ao viver a realidade do cliente de perto, a gente sofreu o que eles sofriam e foi muito doloroso perceber o mundo sob outro ângulo. Teve um dia que a gente se abraçou e chorou junto e consegui separar o sofrimento de lado e focar na solução, mesmo sem saber se daria certo diante do desafio. Mas que bom que deu certo; 
  • Quando decidimos trabalhar com comunicação empática e todos já queriam que fossemos 100% empáticos dentro da empresa. É difícil desconstruir a ideia que podemos acreditar sem ainda ser, mas que é um longo processo que se aprende e devemos ter paciência uns com os outros. Ainda hoje estamos aprendendo juntos a trilhar o caminho da empatia e um dia, ser de fato o que acreditamos;
  • Todas as vezes que temos que nos abrir e falar de nossos medos, angústias, sentimentos. É difícil organizar o que sentimos dentro de nós, quanto mais falar para o outro. E fazer com que 20 pessoas se sintam livres para fazer isso, é mais difícil ainda. Mas a gente continua praticando, quem sabe um dia fica mais fácil;
  • As vezes que tivemos que dizer não para pessoas que adoramos, porque a direção do negócio foi pra outro caminho. Dizer não é uma das coisas mais difíceis da vida, mas como empresário, você tem que dizer muitas vezes;
  • Quando precisamos ajudar um ao outro a segurar a ansiedade de fazer logo o que está na cabeça sem impactar as 20 pessoas que estão sob nossa gestão ou os processos em andamento;
  • Quando nossas pessoas brigam entre si e temos que intervir de maneira a deixar todo mundo bem. Nossa, como é delicado e desafiador esse processo;
  • Todas as vezes que a Juliana Calderón nos provocou a repensar nossos modelos e pensar em formas inexistentes de contratação, para que o sonho de ser profissional & pessoal fosse real. E também quando ela não nos deixava demitir ninguém e nos enlouquecia com suas ideias maravilhosas. E continua enlouquecendo;
  • Quando conhecemos a Carolina Nalon e a empatia. Foi totalmente transformador para nós, nossas famílias e amigos;
  • Quando conhecemos a Cris Brito, o Ricardo Turra, o Sebastião Faria, a Barbara, a Ayumi, a Michele Sene, a Regiane Sampaio, o Adalberto, o Gil e tantos outros clientes que acreditaram na gente e toparam fazer coisas nunca antes testadas, mas tiradas de nossos estudos e nossos corações. É sempre libertador e transformador. 
  • Quando os anseios pessoais se conflitaram com os profissionais e houve dúvida e mágoa entre os próprios sócios da empresa e com muito diálogo e empatia conseguimos superar esses desafios.

 

Enfim, a gente assume, somos mega emocionais mesmo e, provavelmente, vamos chorar muito mais daqui pra frente. Pelo menos nas festas, a gente chora mas também ri um bocado, como você vai perceber nas fotos da nossa festa de 10 anos e nessas homenagens que nossas pessoas deixaram pra nós. Tem gente que está junto até hoje, tem gente que voou mas não esquece de nós. 

A La Gracia não é perfeita, nunca foi e nunca vai ser, porque somos humanos, estamos em transformação o tempo todo.

Aliás, pra gente, o maior aprendizado desses 10 anos é que não existe processo fechado, não existe finalização das coisas. Estamos aprendendo sempre e aceitar essa verdade nos acalmou. 

Pra nós esses 10 anos significam que a vida é uma constante transformação. Com certeza estamos melhores e mais lapidados que no início, mas temos ainda muito a aprender. Novos temas e abordagens vão surgindo, muitas vezes lá fora, a partir de demandas dos clientes, e isso reverbera dentro da empresa (e da gente!). Com isso vamos nos transformando e evoluindo. Foi e está sendo assim com temas como empatia, diversidade, vulnerabilidade e tantos outros aspectos importantes e fundamentais nas relações humanas para que possa haver conexão verdadeira. E não podia ser diferente, é assim que seguimos, certos de nossa essência, mas atentos e abertos para o que o futuro tem para nos trazer.

Que venham mais 10 anos pela frente!

Humanize as
apresentações, as
relações e o aprendizado
na sua empresa.

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