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Como você se vê?

Luiz Grecov
@luizgrecov

Você já teve a oportunidade de se assistir falando em um vídeo? Seja discursando em um casamento, cantando em uma festa de aniversário ou fazendo uma apresentação na empresa? Se sim, o que achou? Gostou do que viu? Ou a tagarela da autocrítica ficou gritando no seu ouvido?   Aqui no curso de Performance da […]

Untitled-2Você já teve a oportunidade de se assistir falando em um vídeo?

Seja discursando em um casamento, cantando em uma festa de aniversário ou fazendo uma apresentação na empresa? Se sim, o que achou? Gostou do que viu? Ou a tagarela da autocrítica ficou gritando no seu ouvido?  

Aqui no curso de Performance da La Gracia costumamos filmar os alunos se apresentando para que eles possam se perceber e se autoavaliar. Após 6 anos de muitos treinamentos e filmagens chegamos a uma conclusão: ninguém é capaz de nos depreciar mais do que nós mesmos! É notável o quanto as pessoas tendem a enxergar muito mais seus defeitos do que suas qualidades. Isso, quando não inventam problema onde não tem…

Quando perguntamos aos alunos ‘O que achou da sua apresentação?’, é comum ouvirmos frases como: ‘Odiei, minha voz é horrível.’, ‘Credo, preciso emagrecer!’, ‘Minha postura é péssima, sou alto demais’, ‘Não gostei de nada do que eu fiz.’.

Mesmo pessoas que tem carisma, brilho nos olhos, que cativam com sua maneira de falar e contar histórias, quando convidadas a analisar sua própria apresentação são extremamente duras consigo mesmas. Na maioria das vezes, suas características positivas só são anunciadas pelos demais alunos, quase nunca por elas próprias.

Por que agimos assim? Por que nossa autopercepção é tão cruel? Ou será que seguimos algum código ético imaginário que nos proíbe de reconhecer o lado bom?

Claro que é importante termos consciência dos nossos defeitos e das habilidades que ainda precisamos aprimorar, caso contrário não evoluiríamos nunca. Por outro lado, não é igualmente importante termos consciência das nossas virtudes?

A campanha da Dove Real Beauty nos chamou a atenção por abordar justamente este tema. Um artista de retratos falados é contratado para produzir dois retratos de uma mesma mulher: um deles à partir da descrição que ela mesma faz de si, e outro, à partir da descrição feita por outra pessoa, que a conhece. O processo se repete com algumas mulheres e o resultado é impressionante, pra não dizer emocionante…

Se ainda não viu, fica o nosso convite para assistir ao vídeo. Quem sabe ele também te inspire a perceber que é muito mais gracioso do que imagina?

Porque uma coisa é certa: a gente aqui da La Gracia percebe. 😉

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