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Conflito de Gerações

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Recentemente, tivemos a oportunidade de participar, em um intervalo curto, cerca de duas semanas, de duas matérias diferentes sobre as gerações e o mercado de trabalho, na Exame e na Folha de São Paulo. Uma rápida busca no Google pelas palavras “conflito de gerações” gera mais de um milhão de resultados. Nos principais sites de […]

Recentemente, tivemos a oportunidade de participar, em um intervalo curto, cerca de duas semanas, de duas matérias diferentes sobre as gerações e o mercado de trabalho, na Exame e na Folha de São Paulo. Uma rápida busca no Google pelas palavras “conflito de gerações” gera mais de um milhão de resultados. Nos principais sites de notícia sobre negócios e carreira é praticamente impossível não deparar com algum artigo sobre o tema. Ou seja, o tema está “quente” e não é para menos! Hoje o mercado possui três, quatro – e logo mais serão cinco – gerações distintas trabalhando juntas. São diferentes olhares e ideias com relação ao trabalho, e a vida de forma geral, atuando num mesmo local. Inevitavelmente, essas diferenças levam a um conflito. O tal do conflito de gerações. Mas em vez de ficar aqui estabelecendo diferenças, por que não usar o melhor de cada geração em benefícios dos objetivos da empresa? Por exemplo, pensando nas características de cada geração, o que podemos tirar de lição de cada uma na hora de montar nossas apresentações? A partir disso, pensamos em algumas dicas que compartilhamos agora com vocês.

Comece no analógico Gerações mais maduras, Baby Boomers principalmente, nasceram tendo que se virar sem os computadores o que é muito útil na hora de por suas ideias no papel e fugir de formatos prontos do Power Point. Não foram poucas as vezes em que estivemos em reuniões onde um executivo dessa geração expôs suas ideias todas em um flipchart ou lousa e conseguiu ser super claro. Podemos perceber, através da nossa experiência, que essa é realmente a forma mais eficiente para compor um conteúdo estratégico. Fora do computador, o pensamento flui melhor.

Use a criatividade e encante o público
Conteúdos sem emoção, apresentados da mesma maneira que estamos cansados de ver não despertam interesse, não geram envolvimento e muito menos encantamento. Por isso, transmitir uma ideia de forma original e criativa, algo que as novas gerações têm muito mais facilidade, é sempre um tiro certo. Nessas horas, vale tudo, referências como quadrinhos, cinema, publicidade e arte são mais do que bem-vindas. Recentemente, inserimos uma referência do universo dos games em uma apresentação para um cliente (Y) de uma empresa de tecnologia e ele ficou super empolgado, o mesmo efeito que provavelmente atingiu o público, do mesmo perfil.

Na dúvida, consulte os especialistas
Contar com a experiência de alguém com mais tempo de mercado e bagagem do que você é uma ótima maneira de combater a insegurança. Conforme você sobe na carreira, é cada vez mais comum a necessidade de se expor. Para um jovem executivo, ter a presença de um “mentor”, alguém que possa dar conselhos, pode ser o ingrediente que falta para ficar frente a frente com o público e dar um show. Além disso, ter na equipe alguém que já fez e vivenciou muita coisa é importante para uma visão mais apurada na hora de definir e interpretar o que é mais relevante no conteúdo.

Paixão e emoção
Baby boomers são fiéis às organizações. A paixão por uma ideia ou projeto é uma característica das gerações mais novas, principalmente Y, desde que acreditem na causa. Cabe a organização, ou aos seus líderes, gerar a motivação necessária e unir esses sentimentos tão positivos durante uma apresentação.

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