Somos um grupo de pessoas que acredita
que a comunicação pode mudar o mundo

Desconstruímos um jeito de comunicar vertical, impositivo e chato para construir um novo jeito: mais horizontal, humanizado, colaborativo e que faça sentido para todo mundo.

Como começamos

Por Joyce Baena

DEPOIS DE TENTAR CONSOLIDAR A NOSSA HISTÓRIA, ACABAMOS DESISTINDO.
A GENTE SIMPLESMENTE PASSOU A ACEITAR QUE ELA MUDA E VAI MUDAR O TEMPO TODO.

Eu e o Flávio (sócio fundador) somos publicitários, planejadores, palestrantes, facilitadores, designers e roteiristas. Isso mesmo! Tudo junto. A gente não conseguia ser uma coisa só, então, resolvemos montar um negócio que possibilitasse fazer de tudo um pouco.

Desde então, a La Gracia tem sido para nós uma escola de educação, atuação, facilitação, empatia e horizontalização. O que une tudo isso? Tornar a comunicação algo compreensível e interativa.

Mas nem sempre foi assim.

Quando a gente se conheceu em 2003, na Fischer América em SP, éramos apenas dois profissionais super ultra mega tímidos, que cuidavam das apresentações de planejamento da agência.

Em 2008, com muita coragem e nenhum dinheiro no bolso, fundamos a La Gracia com uma ideia na cabeça: fazer apresentações mais estratégicas e fáceis de entender.

Naquela época, o mercado de apresentações era muito cheio de “coisas bonitas mas ordinárias”. E a gente levava muito a sério a inteligência e a funcionalidade na hora de construir uma apresentação. Não era só um visual bonito. Por isso, além de toda a visão de planejamento estratégico e negócios que adquirimos durante os tempos de planejamento de Fischer, bebemos muito de Garr Reynolds, Nancy Duarte, Steve Jobs e Guy Kawasaki. Eles foram nossos grandes mentores no início da empresa.

Em 2009, depois de muitos jobs realizados, a gente já tinha uma metodologia própria e passamos a ensinar pessoas a fazer suas próprias apresentações. Foi nesse momento que criamos o primeiro curso de Design de Apresentações do Brasil. Foi uma loucura, porque todo mundo falava: vocês vão ensinar para as pessoas e criar concorrentes? Mas a gente já entendia que conhecimento precisa ser compartilhado, senão ele morre sozinho.

Foi nesse período que chegaram os novos sócios, primeiro a Camila, depois o Luiz, e depois um monte de gente apaixonada por comunicação, que estava insatisfeita por aí porque não conseguia se definir como uma coisa só.

A experiência com os alunos virou insumo para fazer as apresentações de nossos clientes e cada trabalho era material vivo para ensinar. Pode uma atendimento ser planejadora, roteirista, atriz e cantora? Sim, é esse tipo de gente que a gente começou a atrair, gente parecida com a gente.

Só que faltava alguma coisa.

Começamos a nos perguntar:

O que faz uma boa apresentação sempre? O que encanta de fato a audiência? Mais do que isso, o que promove a ação desejada depois que a comunicação acontece?

Desses questionamentos e de milhares de desafios que enfrentamos com nossos clientes, nasceu a CFS: Comunicação que Faz Sentido.

Não foi do dia pra noite. O processo foi árduo, muitos anos de inquietação constante. A gente teve que estudar Psicologia Cognitiva, Construtivismo, Educação, Teoria da Experiência, Neurociência, Filosofia, Didática, Andragogia, Teatro e juntar isso com Roteiro, Storytelling, Design e Planejamento Estratégico. Uma mistureba sem fim pra no final das contas, entendermos que todas essas ferramentas nos ajudam a pensar num “jeito” fácil e interessante de falar com o “outro”.

E quem é o “outro” nesse processo? O público, o ouvinte, a outra pessoa do outro lado, que tem dores, necessidades, intenções que na maioria das vezes não são consideradas num ato de comunicação.

O que faz sentido pra você não faz necessariamente para o outro.

É com essa premissa que entendemos que comunicação de sucesso é encontrar o ponto de conexão que faz sentido, tanto para você, quanto para o outro e isso é complexo, é trabalhoso, mas é maravilhoso. Exige ter empatia, exige abandonar o ego e encarar um outro universo que não o seu. É uma mudança de paradigma.

Não tinha mais como ser diferente. Depois que você vê algo, fica difícil deixar de ver. E a cada novo trabalho, nossos clientes passaram a perceber que “simplicidade e sentido” poderiam ser usados muito além das apresentações. Nossos clientes começaram a nos chamar nas reuniões pra saber se realmente precisavam de uma apresentação.

Começamos então um novo momento da empresa.

Em 2015, começamos a trabalhar com facilitação de ideias e cocriação de experiências, focada em provocar uma revolução na forma de conceber e transmitir conteúdos. E isso pode ser aplicado a qualquer ato de comunicação: eventos, apresentações, projetos de implementação, resolução de problemas, inovação, reuniões, treinamentos…

Independente do objetivo, o caminho para uma boa comunicação é sempre o mesmo: investigar as dores do “público”; encontrar uma abordagem que faça sentido para todos; pensar num “jeito” fácil, interessante e horizontal de comunicar,  para ajudar o “outro” a perceber, compreender e agir conscientemente, após uma interação.

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